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BRASÍLIA - Para os fãs do horário de verão, este sábado (16) é o último dia de aproveitar aquela hora a mais de sol. No domingo (17), à 0h, os relógios devem ser atrasados em uma hora nos 10 Estados nos quais a mudança é realizada, além do Distrito Federal.

Esta última edição do horário de verão foi marcada pela mudança do início de sua vigência para o primeiro domingo de novembro, definida em um decreto presidencial assinado por Michel Temer em dezembro de 2017. Com isso, em vez de começar no terceiro domingo de outubro, como anos anteriores, a alteração passou a vigorar em 4 de novembro.

A mudança aconteceu após um pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) porque a alteração em meio ao período eleitoral poderia confundir os votantes e aumentar a abstenção. O Ministério da Educação (MEC) também fez um pedido de reconsideração da data, pois o adiantamento dos relógios ocorreria no mesmo dia em que seria aplicada a primeira etapa de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018, mas ele não foi atendido – a Casa Civil da Presidência afirmou que não seria possível atender à demanda do MEC.

O próximo horário de verão

Após tanta polêmica em 2018, o futuro do horário de verão está nas mãos da Casa Civil da Presidência da República. O ministério não dá prazo para decidir se a iniciativa será adotada em 2019, limitando-se a responder, na tarde desta sexta-feira (15), que "o tema segue em análise no governo". A área técnica da pasta avalia estudo do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e da Secretaria de Energia Elétrica (SEE) apresentado em 2017. O documento aponta efeito nulo na economia de energia e no pico de consumo, sendo medida apenas comportamental.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o governo não faz balanço de consumo durante o horário de verão desde 2016, justamente por causa do resultado inexpressivo. No Rio Grande do Sul, a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) informa que não revela resultados do período até posição do ONS sobre o tema. A RGE, por sua vez, divulgou que a redução no horário especial gerou economia de 4.584 megawatt hora nos 381 municípios da sua área de concessão. O volume seria suficiente para abastecer, por exemplo, cidades como Caxias do Sul por um dia, ou Passo Fundo e São Leopoldo por dois dias.

Os Estados em que os relógios precisarão ser atrasados em uma hora à 0h de domingo, além do Distrito Federal, são Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.

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