• Anuncie
  • Brasil Escolar

0
0
0
s2sdefault

ATUALIZADA DIA 07 NOV 2019

 

ÁGUA BOA – Durante júri popular realizado nesta quarta-feira, 6/11, no Fórum de Água Boa, ocorreu um fata raro: uma testemunha prestou depoimento falso, e depois de entrar em contradição, recebeu voz de prisão em flagrante.falso

O Tribunal do Júri se reunia ontem para analisar a acusação de homicídio que pairava contra Edilson Vieira dos Santos, em face da vítima Marcelo Ferreira dos Santos. O detalhe é que Edilson sempre negou participação no crime. As provas reunidas nos autos do processo deram convicção ao corpo de jurados pela inocência de Edilson.

Atuou na defesa do réu, o Defensor Público Dr. Paulo Sérgio de Queiróz. O crime ocorreu em 16 de agosto de 2.008, no Sitio Bela Vista, distante cerca de 10km da cidade de Nova Nazaré.

Marcelo Ferreira dos Santos tinha na época, 34 anos quando foi morto a tiros de revólver. Ele foi encontrado dois dias depois. Marcelo deixou esposa e dois filhos pequenos.

A presidência dos trabalhos foi do juiz Jean Louis Maia Dias. A acusação foi exercida pela promotora Clarissa Cubis de Lima Canan.

Ao final dos trabalhos, Edilson foi absolvido, e a testemunha de plenário, flagrada por falso testemunho. Depois da situação de flagrância, ela foi liberada devendo aguardar seu julgamento em liberdade.

A promotora disse à nossa reportagem que pretende entrar com recurso contra a absolvição do réu.

 

================================= 

 

Publicado em 6/11

ÁGUA BOA - Novo júri popular acontece hoje (06/11) no Fórum local, a partir do meio dia (hora de Mato Grosso). Sentará no banco dos réus, Edilson Vieira dos Santos, acusado do homicídio contra Marcelo Ferreira dos Santos.

Atuará na defesa do réu, Mary Francine Amaral da Silva Alarcon. O crime ocorreu em 16 de agosto de 2.008, no Sitio Bela Vista, distante cerca de 10km da cidade de Nova Nazaré.

Marcelo Ferreira dos Santos tinha na época, 34 anos quando foi morto a tiros de revólver. Ele foi encontrado dois dias depois. Na época, Edilson Vieira dos Santos, 31 anos, foi apontado como suspeito, mas ele negou participação no crime. Marcelo deixou esposa e dois filhos pequenos.

A presidência dos trabalhos será do juiz Jean Louis Maia Dias. A acusação será exercida pela promotora Clarissa Cubis de Lima Canan.