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Justiça manda empresa restituir 4,8 mil sacas de soja retirada de armazém de Canarana - Sinagro esclarece

PRIMAVERA DO LESTE – A Juíza da 2ª Vara Cível de Primavera do Leste, Dra. Patrícia Cristiane Moreira deu decisão contra a empresa Sinagro Produtos Agropecuários, ordenando a devolução de 4.800 sacas de soja para a empresa Fattoria Comércio e Representação de Produtos Agropecuários.

A pretensão fundamenta-se no crédito decorrente de Cédula de Produto Rural registrada no Cartório do 1º Ofício de Canarana, bem como na confissão de dívida assinada. O executado da ação principal, C. T., depositou no armazém Delai Armazéns Gerais, 17.360 sacas de soja como pagamento à embargante Fattoria pelas cédulas de produto rural e confissão de dívida, inexistindo no local a soja em nome do executado C. T.

A Fattoria comprovou a posse sobre a soja entregue por terceiros. A juíza determinou a reintegração de posse da soja em favor da embargante no dia 09 de junho.

A ação inicial foi uma execução da Sinagro em face de C. T., porém, de forma equivocada foram carregadas 4.800 sacas de soja pertencentes à Fattoria.

Representada por uma banca de advogados, a Fattoria entrou com uma ação provando a propriedade das 4.800 sacas de soja. A juíza do caso determinou a retirada da soja do armazém da Sinagro em Canarana para assegurar pedido da Fattoria.

Isso ocorreu nesta segunda-feira, 14 de junho em Canarana. As informações foram confirmadas pelo advogado Tarcisio Cardoso Tonhá Filho.

SINAGRO ESCLARECE

Nota de esclarecimento
O Grupo Sinagro esclarece que cumpriu à risca a decisão judicial em questão. Portanto, não houve arrombamento nem qualquer dano ao imóvel.
A soja em lide foi originada em áreas que constam em contrato de compra e venda do Grupo Sinagro, decorrente de acordo comercial descumprido pelo produtor rural C. S. T. O volume de grãos objeto de penhor junto à empresa Fattoria Comércio e Representação de Produtos Agropecuários foi respeitado. Essa informação consta na certidão de arresto emitida por oficial de justiça.
O Grupo Sinagro está recorrendo da decisão da 2ª Vara Cível de Primavera do Leste junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso. (Ascom)

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