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Preparativos para a próxima safra preocupam - veja reportagem

ÁGUA BOA - A associação dos Engenheiros Agrônomos fez levantamento sobre a negociação de insumos prevendo a próxima semeadura de soja e milho. Para região de Água Boa o cenário não é muito diferente do restante do país. Insumos negociados seguem antecipadamente na casa dos 70% (adquiridos).

O presidente da Associação, Cristiano Zamboni, destaca que o cenário da safrinha 2027 para o município, tem baixa evolução em negociação, muito por conta dos altos custos de ureia, MAP e Sulfato. Vale ressaltar que ureia e sulfato tiveram quedas significativas de preço na última semana, porém, ainda com custo na relação de troca muito aquém do que o produtor precisa para ter rentabilidade.

A aquisição de insumos agrícolas no Brasil para as safras 2627 ocorre sob o pior custo de produção em sacas de soja da última década, reflexo da forte alta internacional dos fertilizantes e da deterioração do poder de compra do produtor rural.

Safra 2025/2026: Comercialização marcada por margens apertadas e crédito restrito. As compras de fertilizantes foram fortemente impactadas por tensões no Oriente Médio e elevação dos custos logísticos de importação, resultando na redução pontual do uso de insumos em algumas regiões.

Safra 2026/2027: O ritmo de negociação está bem mais lento e cauteloso. Até o início de maio, menos de 50% dos fertilizantes previstos foram adquiridos, volume inferior aos mais de 60% registrados no mesmo período do ciclo 2025/26. A área de defensivos e sementes também exige atenção antecipada.

Safrinha 2027: Cenário de alta Ureia, Map e algumas matérias primas, e principalmente noticias de chances altas de termos El nino (um dos mais pesados dos últimos anos), fazem o produtor brasileiro ficar apreensivo na tomada de decisão para a safrinha 2027. Será um ciclo difícil e com margens apertadas.

Veja vídeo

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Atualizada dia 11 mio 26

milho aÁGUA BOA – Lavouras de Milho estão em boas condições (50%) ótimas condições (25%) e razoável (25%).

O levantamento é da Associação dos Engenheiros Agrônomos. Algumas regiões apresentam lavouras em melhores condições do que outras, devido ao índice pluviométrico das microrregiões.

Para consolidação ainda precisaria algumas chuvas pontuais, o que será difícil de acontecer com o cenário atual. Espera-se colher entre 90 e 95 sacas de milho em média.

Essa semana deve iniciar a primeira colheita de milho no município. Trata-se de uma área com pivô, que tem expectativa de render próximo de 150 sacas por hectare.

Para cultura do gergelim as lavouras apresentam boas expectativas de colher acima de 500 kg hectare.

Para cultura do sorgo plantada um pouco fora de janela ideal, apesar de estar em boas condições ainda necessita de mais umidade para uma consolidação.

Histórico da safra 2025/2026 abaixo.

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Atualizada dia 08 abr 26 

soja embrapaÁGUA BOA – A colheita da soja chegou a 98% das lavouras no município. O levantamento é da Associação dos Agrônomos. A produtividade deve fechar entre 60 e 62 sacas por hectare. Cerca de 80% da soja já foi comercializada pelos produtores rurais.

A produtividade média da soja não foi melhor por questão dos veranicos no início do plantio, e muita chuva na colheita. Também algumas regiões do município sofreram por alta incidência de pragas como a mosca branca.

Números da safrinha

Já as lavouras de milho safrinha estão em boas condições, segundo os agrônomos. Foram plantados cerca de 50 mil hectares com milho segunda safra.

O plantio de gergelim também foi finalizado em cerca de 50 mil hectares. O sorgo cobre aproximadamente 10 mil hectares no município.

O presidente da Associação, Cristiano Zamboni lembra que as lavouras necessitam de chuvas ainda até pelo menos final de abril para garantir rentabilidade na safrinha.

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Atualizada dia 19 mar 26 

colheitaÁGUA BOA – A colheita da soja segue atrasada no município e se aproxima de 80% das lavouras. A produtividade média segue entre 61 e 63 sacas de soja por hectare. Existem regiões do município onde a colheita está mais avançada (Visão) do que em outras.

O levantamento é da Associação de Engenheiros Agrônomos. Segundo o levantamento, as perdas por chuvas e alto índice pluviométrico chegam a cerca de 5% entre umidade alta, grãos ardidos e avariados. A soja comercializada na safra atual safra chega aos 65% da produção estimada.

Safrinha

O plantio da safrinha de milho chegou aos 50 mil hectares aproximadamente, 100% realizado e tendo lavouras em ótimo estado inicial. Milho grão teve comercializada aproximadamente 10% da safra estimada. A expectativa é de uma área com gergelim acima de 50 mil hectares.

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Atualizada 27 Fev 2026

ÁGUA BOA – Cerca de 30% das áreas de soja já foram colhidas no município. Dos 230 mil hectares a colheita já passou dos 70 mil hectares. O levantamento é da Associação dos Agrônomos. O agrônomo bruno Possebom ressalta que a produtividade inicial vem caindo para cerca de 60 sacas por hectare.

Há ⁠problemas com soja avariado devido ao excesso de chuva (média de 8%). A ⁠soja chega aos armazéns com 19% de umidade na média. Além disso, as máquinas não conseguem acessar as lavouras pois o solo está encharcado. Após a dessecagem da soja, o período para a colheita também depende do clima, do manejo e da variedade das sementes.

Além do atraso na colheita da soja, também o milho de segunda safra sofreu atraso na semeadura. Isso está causando uma expectativa de diminuição em 10% da área de plantio, estimativa em 50 mil hectares.

Veja reportagem:

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Começa a colheita da soja - veja vídeo

Atualizada 04 Fev 2026

ÁGUA BOA
- A colheita da soja já passou por cerca de 5% das áreas plantadas. Dos 230 mil hectares, quase 12.000 hectares foram colhidos.

O levantamento é da Associação de Engenheiros Agrônomos. A produtividade inicial começa com cerca de 65 sacas de soja por hectare.

Há talhões de lavouras que não alcançam essa média.

Enquanto a colheita da soja avança, também as máquinas avançam na semeadura do milho safrinha.

A estimativa inicial é de que cerca de 50 mil hectares sejam ocupados com o milho na segunda safra.

Cerca de 5% da área com milho já foi semeada, ou seja, 2.500 hectares. Além disso, a segunda safra deverá contar com cerca de 10 mil hectares de sorgo e áreas de gergelim ainda não estimadas pela associação dos agrônomos.

veja vídeo:

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Condições das lavouras e comercialização em pauta - veja vídeo

ÁGUA BOA – As condições das lavouras de soja no município são boas, porém, em situação inferior se comparada à safra passada.

As lavouras encontram-se na média, no estágio fenológico de enchimento de grãos. Os acumulados de chuva no município ainda são irregulares, segundo levantamento da Associação dos Engenheiros Agrônomos.

José Otávio Vicentin ressalta que a falta de chuva no início da semeadura, ocasionou perdas moderadas de produtividade. Sobre a incidência de pragas e doenças, o maior desafio é a presença da mosca branca, um pequeno inseto que causa grandes problemas.

Foram plantados cerca de 235 mil hectares com soja, cuja colheita deve começar no final do mês. Apenas algumas lavouras com irrigação estão sendo colhidas agora.

Outro fator preocupante é que apenas 50% da soja foi vendida antecipadamente, algo fora do comum para essa época do ano, comparando com igual período de safras anteriores.
Safrinha
José Otávio disse que a área de milho safrinha deve ficar em torno dos 40.000 mil hectares. Porém, a janela ideal de semeadura da segunda safra também preocupa os produtores.

O mesmo vale para quem pensa em investir em gergelim. Para piorar, o preço do gergelim também não ajuda.

Veja reportagem

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ÁGUA BOA – O agrônomo Cristiano Zamboni e o produtor rural Jonas Apio fazem um relato sobre as condições das lavouras de soja após emanas com estresse hídrico.

Ambos acreditam que isso vai causar quebra na safra de verão. Para piorar, o modelo climático repassado anteriormente não se confirmou, já que as chuvas ficaram abaixo da média desde setembro.

Veja reportagem

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ÁGUA BOA - A semeadura da soja entra na reta final no município. A informação é do agrônomo Cristiano Zamboni.

Segundo levantamento da Associação dos Agrônomos, o plantio já passou dos 90% das áreas. Fica mantida a expectativa de 230 mil hectares com soja.

O principal ataque de praga nesse momento é a mosca branca, que exige manejo adequado por parte dos produtores.

A expectativa é de que a semeadura seja concluída nos próximos dias.

Veja reportagem:

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Publicado em 17 nov 25

ÁGUA BOA – A semeadura da soja já chegou aos 60% das lavouras no município. O levantamento é da Associação dos Engenheiros Agrônomos.

Segundo o agrônomo Cristiano Zamboni, dos 230 mil hectares, foram plantados cerca de 140 mil, hectares. Da área plantada, os produtores ainda replantaram cerca de 3%, ou 7.000 hectares, por causa da falta de chuvas.

Agora, com as chuvas dos últimos dias, as lavouras estão em boa fase de desenvolvimento. Zamboni destacou ainda que a expectativa é de que a segunda safra tenha até 50 mil hectares ocupados com milho.

Porém, isso vai depender da condição climática.

Veja entrevista:

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Atualizada 22 Out 2025

Semeadura avança a passos lentos 

ÁGUA BOA - A semeadura de soja avança a passos lentos no município.

A informação é do engenheiro agrônomo Claudio Pretto. Levantamento da Associação dos Agrônomos mostra que deverão ser plantados 230 mil hectares com soja.

Até o momento, 16% das áreas estão semeadas, cerca de 37 mil hectares.

O atraso no plantio é por falta de chuvas. Segundo Claudio Pretto, muitas localidades ainda não receberam chuva para acelerar o plantio da soja.

Essa condição pode atrapalhar inclusive a segunda safra.

Veja reportagem:

 

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Primeiras chuvas em setembro - condições melhoram em outubro

Atualizada dia 16 set 25 

clima set out bÁGUA BOA – Novo boletim Rural Clima foi emitido pela Associação dos Engenheiros Agrônomos de Água Boa.

Segundo o presidente da entidade, uma pancada de chuva de cerca de 20 milímetros deve ocorrer no dia 22 de setembro, próxima segunda-feira.

Com a mudança do tempo, as temperaturas vão cair e no final de setembro, novas pancadas de chuvas devem ocorrer na região.

Veja mapa.

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Atualizada dia 08 set 25 

clima set out

CUIABÁ - Rural Clima atualiza a previsão do tempo para setembro e outubro.

A análise indica pancadas de chuvas a partir do dia 17 de setembro, com alguns milímetros.

As pancadas maiores serão no final do mês, a partir de 25 de setembro, com até 10 milímetros diários.

Para outubro, as previsões indicam algumas chuvas rápidas no começo do mês. Somente a partir de 7 de outubro, as chuvas serão acima de 20 milímetros, quase todos os dias. 

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Atualizada 02 Set 2025

Imagem do WhatsApp de 2025 09 02 às 08.17.11 e459b240ÁGUA BOA -
A previsão inicial de que a chuva viria no começo de setembro não se confirmou.

A análise é do engenheiro agrônomo Davi Matias. Ele disse que os modelos climáticos atuais indicam a primeira pancada de chuva somente para o final de setembro.

Enquanto a chuva não vem, os produtores ficam impedidos de iniciar o plantio da próxima safra da soja.

Além disso, segundo Matias, os produtores precisam ainda aguardar um acúmulo de ao menos 80 a 100 milímetros de chuva para realmente lançar a semente no solo.

Veja reportagem;


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Próxima safra na mira da preocupação dos produtores - veja reportagem

ÁGUA BOA
– Nossa reportagem conversou com vários produtores rurais do município. O assunto é um só: a falta de condições de acesso a crédito e as altas taxas de juros praticados na atualidade. Cresce ainda a preocupação com o plantio da próxima safra.

Nessa época, os insumos e sementes devem ser adquiridos. Assim que a chuva começar, provavelmente em 60 dias, deve ter início a semeadura da próxima safra. Porém, os altos custos de produção e os baixos preços da soja e do milho também estão no radar de preocupações dos produtores rurais.

"Com um ano de incertezas passando, a única certeza é de que 2026 também terá muitos desafios pela frente", declarou ele. A balança comercial brasileira, a geração de emprego e renda e a produção de alimentos fazem parte do agronegócio brasileiro.

Porém, a conjuntura atual demonstra uma realidade de um setor que convive com uma boa safra, mas sem resultados financeiros e sem perspectivas de futuro. Vicentin ressalta que Isso já refletiu no comércio local que não sentiu o resultado da safra no campo como era comum em anos anteriores. Para piorar, o agrônomo destaca que houve redução nas vendas do comécio como reflexo direto da crise no agronegócio.

"Pode-se perceber bem o quanto um setor influcencia em outro. Os elos da corrente sentem os reflexos do que ocorre no campo", destaca o presidente da entidade. "Por isso, tanto 2025 apresenta seus desafios, qunto 2026 também terá muitas variantes para o produtor rural", lembra.

O presidente da Associação dos Agrônomos comenta as variantes da conjuntura atual. Para ele, as contas devem ser o principal foco do produtor para evitar um prejuízo maior nos próximos meses.

Veja reportagem:

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